domingo, 7 de julho de 2013

Herança de irmão .


Hoje me contaram uma história ( Osvaldo Marraccini) bem parecida com esta que vou contar sobre meu amigo Enio Santiago e lógico com seu irmão Ugo que trabalhamos juntos na Globo São Paulo entramos no mesmo dia ele hoje lá é diretor merecido pois segurou a barra durante anos assim que se chega nestas empresas ao estrelato aguentando todas.
Como disse eu e o Ugo entramos no mesmo dia e ficamos amigos de trabalho e muitas noitadas a vodca com suco de laranja , falei a umas duas história  sobre as bebedeiras ,  muitas delas com a lei seca estaríamos presos até hoje rsrsrrsrs
Lembro de uma que tínhamos que sair do carro para ver se estávamos na rua ou em cima da calçada.
Desde sempre o Ugo como filho mais velho falava do  irmão e da irmã  até um deles vir a ser publicitário , na Folha de São Paulo ..
Começou lá na sucursal da Folha em Pernambuco eu sabia disso até conversamos por telefone um dia , ele era louco para trabalhar em São Paulo.
A vida foi nos separando eu e o Ugo eu fui me embrenhando no mercado ele nas Organizações Globo.
Até que eu um dia como Publisher da revista Imprensa fui fazer uma vista ao Geraldo Leite na Lintas ali na Bela Cintra cruzando a  av Paulista umas 4 quadras a direita.
Me lembro bem era fevereiro mês de chuvas torrenciais em São Paulo e logo que cheguei ao térreo para ir embora cai aquela chuva , o carro sempre ficava longe e ai ali a agua caia forte e alagava a calçada .Mas nem estacionamento pagávamos hoje uma agencia do tamanho da Lintas da época o estacionamento é 50 reais umas duas horas rsrrsrss é quanto maior a agencia maior o preço do  estacionamento rsrsrs.
Não deu outra sentei no sofá na recepção e lá estava dois jovens contatos.
Ia ter que ficar algum tempo e de cara perguntei aonde os dois trabalhavam , um na Folha  e outro em outro jornal , e ai veio a replica aonde eu trabalhava.
E disse que na revista Imprensa na época muito bem posicionada e com um respeito enorme no mercado , e para minha surpresa um deles disse que conhecia bem o diretor geral e Publisher o Hélcio Vieira.
Eu safo e sem me lembrar do rapaz perguntei a quanto tempo ele era amigo de eu mesmo rsrsrrs.
Um monte de anos disse ele , e da onde ai falou do irmão e matei a charada , nos conhecíamos muito mais nunca havíamos nos visto até falado por telefone já havíamos .
Demos muita risada e eu fico sempre ameaçando  que vou escrever aqui esta história rsrssrsr.
É tão pouco tempo mas nunca tinha visto uma foto deles, uma imagem , hoje isso jamais teria acontecido já tínhamos  adicionado e nos conectados como seremos para sempre eu e o Enio que também é um publicitário atrás da inovação  !!!!!! 

domingo, 30 de junho de 2013

Cadê meus amigos engenheiros. ( opinião)


Alguns de vocês já procuraram na internet amigos  que foram para outras profissões, tipo engenheiros, médicos, militares ou outras que não têm a ver com comunicação.
Difícil de achá-los! Estes dias, tentei achar dois deles. Um, que sei que se formou em engenharia, e o máximo que consegui foi achá-lo em um site sobre seu sindicato, que o havia mencionado em uma associação em Vitória do Espírito Santo – Marcelo de Bem Barbosa de Mattos, filho de pai paraibano e mãe carioca, passávamos dias juntos. O outro, militar, tinha também uma única citação em uma revista de telecomunicações. Comentava seu casamento com uma radioamadora como ele – se conheceram nas ondas do radioamador.  Que pena, eh! O celular não tem mais linha cruzada.
Já na internet temos hoje milhares de sites que fazem este papel do radioamador. Os chatos dos cupidos on-line que se instalam, como um de que acabei de me livrar, um tal de Two.
Já nós que trabalhamos em comunicação, mesmo os que hoje estão em outra área de trabalho, temos nossas redes sociais e somos sempre participantes do negócio internet.
Veja o Juarez! Estes dias, falei dele:  85 anos, com Facebook, entre outras redes sociais, me mandou estes dias convite para o Linkedin .
Vejo nessas novas ferramentas oportunidades sem fim. O digital é imensurável quando o implementamos  nas logísticas da vida hipermoderna. Ele é matemático e exato como uma equação ou uma conta. E filosófico ou sociológico, pois, sem ele, as dificuldades de se viver neste mundo com sete bilhões de pessoas seriam quase que intransponíveis. Do banco à padaria, hoje, dependemos dele.
São fáceis de serem comandadas e possibilitam novas visões a serem implementadas, pois podemos utilizar muitas ferramentas já desenvolvidas e as complementar, possibilitando diversas soluções para problemas em todas as áreas do trabalho e do lazer.
Ou criarmos novas situações e sistemas que farão previsões com cruzamento de dados que em pranchetas ou planilhas nunca chegariam a um resultado satisfatório.
No computador, hoje, se fazem milagres nas contas, na velocidade da informação, nas novidades que se formam e nos informam todos os dias. Milhares de novas invenções a todo momento e disponibilizadas on-line ao mundo todo.
E eu atrás dos meus amigos. O outro se chama Ricardo Felix Cardoso, andávamos os três juntos. Todos tiveram amigos assim, que não se desgrudavam. 
Quem sabe alguém aqui é amigo de um deles e me encontro novamente com esses figuras que me fizeram ser quem sou hoje, fruto do meio e hoje de minha profissão, que a cada dia aprende uma coisa nova, conhece um novo conceito?
Estes dias, vendo um show na televisão da Zélia Duncan, escutei uma coisa bem legal, quando ela se referiu a um aprendizado novo que havia descoberto naquele dia e festejava o quão bom era ser impactada por novos conhecimentos e o quanto era agradecida por todas as novas descobertas .
Amigos, nascemos para aprender a todo tempo, a todo minuto! Nunca é tarde para saber algo novo!!!   

 

terça-feira, 25 de junho de 2013

Os difíceis dias de hoje.

Como anda difícil ganhar dinheiro! Vejo isso em todos os segmentos de mercado. No publicitário, vivemos a crise da economia e da internet, se intrometendo e mudando a vida dos publicitários e das empresas midiáticas.
Ainda alguns tramitam pelo mercado com produtos de demanda, outros que estão entre os líderes de seus segmentos ainda gozam dos mesmos prestígio e dinheiro de poucos anos atrás.
O que sinto a cada dia é que não temos mais profissionais como antigamente, multifunção e cheios de projetos. Vender o convencional é a praxe.
Os de hoje chegam cheios de ideias, mas colocá-las em prática é uma coisa sem medidas, precisam de muito dinheiro para viabilizá-las.
Eu mesmo nem pensava mais em colocar no ar mais uma televisão com características locais, igual vi em Toronto, há 14 anos, e fiz isso no canal 21 da Band; depois, fiz em Salvador, com a TV Salvador, de 2002 até 2010, e, agora, novamente, com o canal 09 em VHF, que já batizei de TV Ouro Negro -TV ON – o mais interessante é que tiro do ar uma TV Gospel e a coloco no mundo comercial e de entretenimento da cidade.
Às vezes, pareço alguém que chega do passado em uma cidade em que até morei e a visito sistematicamente, converso com os entendidos em comunicação e eles não têm a menor ideia do que acontece no mercado da comunicação, da publicidade, do jornalismo fora da Bahia, quanto mais, fora do Brasil.
Minha cabeça, estes dias, até para escrever minhas crônicas semanais ficou travada. Preferi falar dos percalços que vivo neste momento, neste retorno de Jedi.
Decidi que minha programação será ao vivo. Em boa parte dela vou falar para os públicos C, D e E, e vou fazer os apresentadores interagirem com as redes sociais da Bahia.
Com o modelo antigo posso quebrar a cara; não vou fazer, sei que ele não funciona mais.
Vou arriscar tudo neste modelo de pôr sites, blogs, Facebook e o mundo da internet com quem vai demorar e muito a ter uma smart-tv em sua casa. Quem sabe o conecto mais facilmente ao mundo globalizado que a cada momento com suas passeatas derruba governos e modismos nunca antes imaginados por nós com mais de 40 anos de idade.
Sei de uma coisa na vida. Hoje, com 55 anos de idade, tenho menos medo de errar que com 35, quando fui arriscar minha profissão num canal em UHF que, com a internet a todo vapor em 1998, antes da bolha da internet, quis falar em São Paulo sobre sua rua, seu bairro e sua cidade, e hoje é um canal dos milagres do apóstolo Valdomiro!!! 

domingo, 16 de junho de 2013

Uma palestra que mudou minha vida.


Era 1980 eu na faculdade , já trabalhava na OPEC – Operações comerciais da Globo São Paulo tinha acabado um relacionamento com uma namorada que era minha chefe  e andava meio perdido .
Havia ficado uns 3 meses sem aparecer nas aulas coberto nas chamadas pelas amigas do meu grupo de estudos da minha sala de aula para fazer um concurso publico para os Correios , que sorte não ter entrado ehhh.
A faculdade todo ano fazia a semana da comunicação , no primeiro ano nem passei na porta do auditório , mas neste ano perdido acabei indo escutar a palestra do então ainda desconhecido por mim o sr. Mauro Salles dono de duas agencias de propaganda  a Salles e a Interamericana se não me engano o nome que ficava ali aonde hoje é um hotel na  subida para a Paulista.
Ahh além disso tinha acabado de lançar o jornal em inglês no Brasil o Daly Post que fazia um sucesso tremendo nos formadores de opinião empresários brasileiros e executivos.
Aquele sr. pequenino de terno e gravata me agradou muito com sua palestra e meio perdido ainda só pensando em festas que aconteciam de segunda a domingo , tinha até um rostinho bonitinho pois arrumava namoradas e ficantes sempre sem muita grana mas o suficiente para pagar as vodcas com suco de laranja que aprendi a tomar com meu amigo inseparável na época o Ugo Santiago , carioca que tinha a mesma função minha na Globo e que havíamos entrado no mesmo dia na carteira de trabalho , ele trabalha lá até hoje é um dos diretores e eu já atravessei o Brasil e exterior  e militei de revistas, TVs e  a internet e já tive 4 empresas .
O interessante nesta história é que a partir daquela preciosa palestra passei a ver a vida de outra forma , comecei a ser o primeiro a chegar no escritório , a fazer cursos que me trouxeram outras qualificações e a me organizar para ser alguma coisa na vida no mercado publicitário.
É não parei mais  de estudar e de procurar outras oportunidades na minha vida depois de escutar aquele homenzinho cheio de ideias.
Um dia contei aquilo a um amigo o Rogério Brandão hoje diretor de programação da TV Brasil , na minha casa e dias depois por sorte ele viaja do Rio para São Paulo ao lado de meu inspirador e conta tudo ao publicitário e grande empreendedor .
Depois disso tive a oportunidade de estar com ele e falarmos do assunto e sempre que o via ele me demonstrava mesmo num aceno de mão que aquilo tinha sido uma grande história para ele pois eu fiz minha carreira seria e com competência .

Estes dias o Luiz Biazeto falou no grupo do facebook  semsura888 que eu pareço em uma foto com o Mauro Salles , que bom   um dia eu queria ser ele lá atrás em 1980 na faculdade de comunicação.

Já falaram que pareço um monte de gente da publicidade , graças a Deus não com o Marcos Valério que dizem que era publicitário , mas eu que trabalhei em BH sei que nunca foi .

Lembrar do Mauro Salles é quase parte de meu DNA , imaginem nem sei o que seria da vida se não tivesse ido a aquela palestra !!!!! 

domingo, 9 de junho de 2013

O preferido do Fagner.


Muitos foram os momentos felizes que passei no grupo Bandeirantes, hoje Band. Minha experiência internacional na City TV canadense, as duas fases na TV Bandeirantes SP1 e, depois, no Canal 21. Posso dizer que fiz dois start ups no mesmo grupo em condições totalmente diferentes.
Mas o que vou falar aqui será sobre um profissional bem conhecido do mercado e que em uma das poucas férias que tirei na vida me orientou lá no Ceará.
Era já fim de dezembro e encontro o Xaxá - José Xavier na portaria da emissora. Pergunto algumas coisas sobre passear no Ceará e o querido amigo cearense me indica passar meus 15 dias lá na região de Beberibe, as dunas, as praias e me comentou sobre um resort – e aí vem a nossa história.
Quando o Xaxá me falou do resort, me lembro de que foi enfático quando comentou que era o único resort na região e o “preferido do Fagner” (o cantor). Como não gosto do Fagner, me passou algo estranho, mas como o Xaxá havia me indicado onde alugar uma perua Blazer, o hotel em Fortaleza em que ficamos quando chegamos, não levei muito em consideração de quem era preferido ou qualquer coisa que pudesse atrapalhar minhas férias com a família. E além de tudo o Xaxá sabe muito da vida. Quem sou eu para questionar? O cara me indicou tudo lá no seu pedaço.
Chegamos, o pessoal do carro estava no aeroporto com o carro novinho, conforme tinham dito, me deram um mapa da cidade e me acompanharam até o hotel  onde passaríamos os dois primeiros dias.
Pegamos a estrada rumo a Beberibe, onde tem os melhores artesanatos da região – minha bagagem na volta excedeu e muito os 24 quilos por pessoa.  Já na ida, os cinco fomos nos divertindo com a paisagem e as compras baratas do artesanato local.
Aí, chegamos ao resort indicado pelo amigo. Já na entrada, num totem em forma de arco, a frase célebre dita pelo Xaxá, quando o encontrei na portaria da Band: “O Resort preferido do Fagner”. Até aquele momento, eu imaginava que o nome do cantor era Wagner. Sabia que o Xaxá nunca havia se hospedado lá, não sabia que o café da manhã era apresuntado e não presunto, que a comida – o pacote era pensão completa – não dava para comer, mas tinha uma coisa que era legal: as instalações eram ótimas, grandes, arejadas e climatizadas, apesar do mau gosto com cores que não combinavam na decoração dos quartos.
Até o café da manhã tinha que ser fora do hotel e aos poucos, nos três dias que passamos lá dos sete contratados, cruzamos as pessoas hospedadas lá nos poucos restaurantes da região.
Resolvemos ir embora para o Beach Park, que foi um estouro. O tal resort em Beberibe tinha um parque aquático também e, imagine, às vezes não tinha água (rsrsrs...).
Não morremos, e sim ficamos gratos com o Xaxá. O carro era ótimo, os lugares maravilhosos, o Beach Park estupendo. Meus filhos, no fim, me disseram que foi uma das melhores férias da vida deles.
Sobre o Xaxá, sempre um gentleman, a quem conheço há mais de 30 anos, nunca contei  da aventura naquele resort  – e nem precisava, as férias foram ótimas, rimos muito das trapalhadas no resort. Lembro-me sempre dele na ceia do Natal. Um dos três dias que ficamos lá foi na noite de Natal, com um champanhe Cereser (rsrsrs...), aquela da maçã no rótulo. A comida ninguém de casa comeu uma colher de nada, passamos fome naquela ceia de Natal.
Ah! Já não gostava do Fagner, conterrâneo do Xaxá. Depois daqueles dizeres no totem, não posso nem mais ver o cara. Mas o Xaxá... É uma pena, há tempos não ter contato com ele, mas na memória o tenho como um bom amigo, desde meus primeiros anos de DPZ. 

 

domingo, 2 de junho de 2013

O grande negócio dos 20 centavos. ( Opinião)



Há tempos as classes sociais A2 e B1 vêm perdendo poder de compra no Brasil, a ascensão das classes C e D é cada dia mais relevante na economia nacional.
Boa parte deste público é sustentada pelo governo federal – nossos avolumados impostos – e acabou sendo o eleitorado sustentador do poder do executivo nestes últimos 12 anos.
Quem direciona seus esforços para os até então menos favorecidos encontra um trilho monstruoso de recursos. Muita gente ainda não conseguiu enxergar, mas vender algo que renda 20 centavos para 20, 30 milhões de brasileiros pode significar o sucesso de seu negócio.
Veja as igrejas! Estão tomando conta das TVs VHFs (Record, Band, Rede TV , SBT), pois angariam centavos ou reais de muitos e este volume virou bilhões.
Traduzir uma linguagem a este público requer conhecimento do manejo popular, dos costumes populares e de seu gosto.
Futebol é a paixão deste indivíduo; samba, pagode e arroxa são os sons de seus ouvidos.
Estes dias conheci um senhor em Salvador que em quatro anos montou restaurantes/bares em que um prato feito ( o famoso PF ) custa R$ 4,50. Já tem 12 em centros comerciais na cidade, tinha um Corsa  e agora até caminhão tem.
Quem tem algum conhecimento no digital e na internet também esta atrás deste filão dos 20 centavos.
Mixar a internet com o restaurante do seu João em Salvador não é para qualquer aventureiro. Como disse, estamos sabendo disso, vendo isso, mas poucos ainda sabem mexer com isso.
Vamos ser o país dos eventos, destes próximos meses até 2016, quando este cidadão vai ter até smartphone, TV Led e TV paga.
Precisamos urgentemente trabalhar esta imensidão de pessoas que precisam de conteúdo esclarecedor e de ensinamento prático; veja o sucesso que as aulas on-line estão fazendo!
Tenho sonhado bastante, mas ainda não sonhei com um produto que ganhe meus 20 centavos destes 30 milhões de brasileiros que de uns anos para cá mandam na economia nacional. 

domingo, 26 de maio de 2013

Mídia exterior ou interior? Não . Mídia social . rsrsrsr


Era uma superfase da minha vida pessoal e profissional, o ano 2000. Trabalhava muito, mas quando queria estava em qualquer lugar do mundo.
Foi o período em que mais viajei, e é sobre uma das viagens que vou contar das coincidências da vida.
Meus vizinhos em Moema me convidaram para um casamento em Cambridge e eu, para aproveitar, viajei antes e passei uns dias na Holanda e em Londres. O Marcio Loducca estava de férias e nos encontrarmos em Amsterdã, para onde ele nem queria ir – me falou que tinha ido lá e não havia gostado do lugar. Eu respondi: “Você foi aos lugares errados”. (rsrsrs...)
Em Amsterdã ele, então, conheceu os parques (13) – um mais lindo que o outro. Ficamos no bairro dos museus , a 200 metros do Van Gogh , uns dois dias só. Ele queria ficar em Londres e se foi. Eu ainda curti uns dias em Amsterdã , Roterdã e Bruxelas, ali ao lado.
Como tinha o tal casamento, marcamos em Londres quatro dias depois, e como ele estava num hotel perto da Harrods (a loja do magnata árabe que morreu com a Diana), marcamos um almoço lá.
Não sou local em Londres e fiquei meio perdido na Harrods. Quase fui colocado para fora quando resolvi atender o celular lá dentro. Dois armários de seguranças me pegaram pelo braço para me colocar na rua (rsrsrs...). Como tem a financeira e banco lá dentro, celular é proibido na loja – ou era naqueles tempos.
Não achava o cara. A loja é enorme ao cubo; eu lá dentro, e, aí, a surpresa: dou de cara com o Rui Ikeda e a Emi Takahashi, dois mídias meus conhecidos. Imagine, encontrar dois mídias dentro da loja e procurando alguém (rsrsrs...)! Em minutos, achamos o Marcio, almoçamos todos juntos e o levamos ao metro, pois naquele dia ele ia embora para o Brasil.
Como eu esperava o casamento, passei o dia mais andante da minha vida. Tanto o Rui como a Emi  tinham assistido ao filme “Notting Hill”, com o Hugh Grant e a Julia Roberts , e fomos atrás da rua e da casa e, é lógico, ela existia ? a casa sim, a loja não .
Lembro-me bem de que nos sentamos em num belo café, daqueles londrinos, e tomamos um chá e passamos uma tarde até escurecer às 22h numa das melhores companhias que já tive em uma viagem. Demos muita risada e visitamos coisas nas quais, das outras vezes em que estive em Londres, nem havia pensado.
Sem que nos cruzamos falamos da viajem estes dias achei uma foto com eles e eu analógicos  vou scannear e  colocar no facebook qualquer dia , naquela época   2000 rsrsrsr fizemos nossa própria rede social !!!!!!