terça-feira, 25 de junho de 2013

Os difíceis dias de hoje.

Como anda difícil ganhar dinheiro! Vejo isso em todos os segmentos de mercado. No publicitário, vivemos a crise da economia e da internet, se intrometendo e mudando a vida dos publicitários e das empresas midiáticas.
Ainda alguns tramitam pelo mercado com produtos de demanda, outros que estão entre os líderes de seus segmentos ainda gozam dos mesmos prestígio e dinheiro de poucos anos atrás.
O que sinto a cada dia é que não temos mais profissionais como antigamente, multifunção e cheios de projetos. Vender o convencional é a praxe.
Os de hoje chegam cheios de ideias, mas colocá-las em prática é uma coisa sem medidas, precisam de muito dinheiro para viabilizá-las.
Eu mesmo nem pensava mais em colocar no ar mais uma televisão com características locais, igual vi em Toronto, há 14 anos, e fiz isso no canal 21 da Band; depois, fiz em Salvador, com a TV Salvador, de 2002 até 2010, e, agora, novamente, com o canal 09 em VHF, que já batizei de TV Ouro Negro -TV ON – o mais interessante é que tiro do ar uma TV Gospel e a coloco no mundo comercial e de entretenimento da cidade.
Às vezes, pareço alguém que chega do passado em uma cidade em que até morei e a visito sistematicamente, converso com os entendidos em comunicação e eles não têm a menor ideia do que acontece no mercado da comunicação, da publicidade, do jornalismo fora da Bahia, quanto mais, fora do Brasil.
Minha cabeça, estes dias, até para escrever minhas crônicas semanais ficou travada. Preferi falar dos percalços que vivo neste momento, neste retorno de Jedi.
Decidi que minha programação será ao vivo. Em boa parte dela vou falar para os públicos C, D e E, e vou fazer os apresentadores interagirem com as redes sociais da Bahia.
Com o modelo antigo posso quebrar a cara; não vou fazer, sei que ele não funciona mais.
Vou arriscar tudo neste modelo de pôr sites, blogs, Facebook e o mundo da internet com quem vai demorar e muito a ter uma smart-tv em sua casa. Quem sabe o conecto mais facilmente ao mundo globalizado que a cada momento com suas passeatas derruba governos e modismos nunca antes imaginados por nós com mais de 40 anos de idade.
Sei de uma coisa na vida. Hoje, com 55 anos de idade, tenho menos medo de errar que com 35, quando fui arriscar minha profissão num canal em UHF que, com a internet a todo vapor em 1998, antes da bolha da internet, quis falar em São Paulo sobre sua rua, seu bairro e sua cidade, e hoje é um canal dos milagres do apóstolo Valdomiro!!! 

domingo, 16 de junho de 2013

Uma palestra que mudou minha vida.


Era 1980 eu na faculdade , já trabalhava na OPEC – Operações comerciais da Globo São Paulo tinha acabado um relacionamento com uma namorada que era minha chefe  e andava meio perdido .
Havia ficado uns 3 meses sem aparecer nas aulas coberto nas chamadas pelas amigas do meu grupo de estudos da minha sala de aula para fazer um concurso publico para os Correios , que sorte não ter entrado ehhh.
A faculdade todo ano fazia a semana da comunicação , no primeiro ano nem passei na porta do auditório , mas neste ano perdido acabei indo escutar a palestra do então ainda desconhecido por mim o sr. Mauro Salles dono de duas agencias de propaganda  a Salles e a Interamericana se não me engano o nome que ficava ali aonde hoje é um hotel na  subida para a Paulista.
Ahh além disso tinha acabado de lançar o jornal em inglês no Brasil o Daly Post que fazia um sucesso tremendo nos formadores de opinião empresários brasileiros e executivos.
Aquele sr. pequenino de terno e gravata me agradou muito com sua palestra e meio perdido ainda só pensando em festas que aconteciam de segunda a domingo , tinha até um rostinho bonitinho pois arrumava namoradas e ficantes sempre sem muita grana mas o suficiente para pagar as vodcas com suco de laranja que aprendi a tomar com meu amigo inseparável na época o Ugo Santiago , carioca que tinha a mesma função minha na Globo e que havíamos entrado no mesmo dia na carteira de trabalho , ele trabalha lá até hoje é um dos diretores e eu já atravessei o Brasil e exterior  e militei de revistas, TVs e  a internet e já tive 4 empresas .
O interessante nesta história é que a partir daquela preciosa palestra passei a ver a vida de outra forma , comecei a ser o primeiro a chegar no escritório , a fazer cursos que me trouxeram outras qualificações e a me organizar para ser alguma coisa na vida no mercado publicitário.
É não parei mais  de estudar e de procurar outras oportunidades na minha vida depois de escutar aquele homenzinho cheio de ideias.
Um dia contei aquilo a um amigo o Rogério Brandão hoje diretor de programação da TV Brasil , na minha casa e dias depois por sorte ele viaja do Rio para São Paulo ao lado de meu inspirador e conta tudo ao publicitário e grande empreendedor .
Depois disso tive a oportunidade de estar com ele e falarmos do assunto e sempre que o via ele me demonstrava mesmo num aceno de mão que aquilo tinha sido uma grande história para ele pois eu fiz minha carreira seria e com competência .

Estes dias o Luiz Biazeto falou no grupo do facebook  semsura888 que eu pareço em uma foto com o Mauro Salles , que bom   um dia eu queria ser ele lá atrás em 1980 na faculdade de comunicação.

Já falaram que pareço um monte de gente da publicidade , graças a Deus não com o Marcos Valério que dizem que era publicitário , mas eu que trabalhei em BH sei que nunca foi .

Lembrar do Mauro Salles é quase parte de meu DNA , imaginem nem sei o que seria da vida se não tivesse ido a aquela palestra !!!!! 

domingo, 9 de junho de 2013

O preferido do Fagner.


Muitos foram os momentos felizes que passei no grupo Bandeirantes, hoje Band. Minha experiência internacional na City TV canadense, as duas fases na TV Bandeirantes SP1 e, depois, no Canal 21. Posso dizer que fiz dois start ups no mesmo grupo em condições totalmente diferentes.
Mas o que vou falar aqui será sobre um profissional bem conhecido do mercado e que em uma das poucas férias que tirei na vida me orientou lá no Ceará.
Era já fim de dezembro e encontro o Xaxá - José Xavier na portaria da emissora. Pergunto algumas coisas sobre passear no Ceará e o querido amigo cearense me indica passar meus 15 dias lá na região de Beberibe, as dunas, as praias e me comentou sobre um resort – e aí vem a nossa história.
Quando o Xaxá me falou do resort, me lembro de que foi enfático quando comentou que era o único resort na região e o “preferido do Fagner” (o cantor). Como não gosto do Fagner, me passou algo estranho, mas como o Xaxá havia me indicado onde alugar uma perua Blazer, o hotel em Fortaleza em que ficamos quando chegamos, não levei muito em consideração de quem era preferido ou qualquer coisa que pudesse atrapalhar minhas férias com a família. E além de tudo o Xaxá sabe muito da vida. Quem sou eu para questionar? O cara me indicou tudo lá no seu pedaço.
Chegamos, o pessoal do carro estava no aeroporto com o carro novinho, conforme tinham dito, me deram um mapa da cidade e me acompanharam até o hotel  onde passaríamos os dois primeiros dias.
Pegamos a estrada rumo a Beberibe, onde tem os melhores artesanatos da região – minha bagagem na volta excedeu e muito os 24 quilos por pessoa.  Já na ida, os cinco fomos nos divertindo com a paisagem e as compras baratas do artesanato local.
Aí, chegamos ao resort indicado pelo amigo. Já na entrada, num totem em forma de arco, a frase célebre dita pelo Xaxá, quando o encontrei na portaria da Band: “O Resort preferido do Fagner”. Até aquele momento, eu imaginava que o nome do cantor era Wagner. Sabia que o Xaxá nunca havia se hospedado lá, não sabia que o café da manhã era apresuntado e não presunto, que a comida – o pacote era pensão completa – não dava para comer, mas tinha uma coisa que era legal: as instalações eram ótimas, grandes, arejadas e climatizadas, apesar do mau gosto com cores que não combinavam na decoração dos quartos.
Até o café da manhã tinha que ser fora do hotel e aos poucos, nos três dias que passamos lá dos sete contratados, cruzamos as pessoas hospedadas lá nos poucos restaurantes da região.
Resolvemos ir embora para o Beach Park, que foi um estouro. O tal resort em Beberibe tinha um parque aquático também e, imagine, às vezes não tinha água (rsrsrs...).
Não morremos, e sim ficamos gratos com o Xaxá. O carro era ótimo, os lugares maravilhosos, o Beach Park estupendo. Meus filhos, no fim, me disseram que foi uma das melhores férias da vida deles.
Sobre o Xaxá, sempre um gentleman, a quem conheço há mais de 30 anos, nunca contei  da aventura naquele resort  – e nem precisava, as férias foram ótimas, rimos muito das trapalhadas no resort. Lembro-me sempre dele na ceia do Natal. Um dos três dias que ficamos lá foi na noite de Natal, com um champanhe Cereser (rsrsrs...), aquela da maçã no rótulo. A comida ninguém de casa comeu uma colher de nada, passamos fome naquela ceia de Natal.
Ah! Já não gostava do Fagner, conterrâneo do Xaxá. Depois daqueles dizeres no totem, não posso nem mais ver o cara. Mas o Xaxá... É uma pena, há tempos não ter contato com ele, mas na memória o tenho como um bom amigo, desde meus primeiros anos de DPZ. 

 

domingo, 2 de junho de 2013

O grande negócio dos 20 centavos. ( Opinião)



Há tempos as classes sociais A2 e B1 vêm perdendo poder de compra no Brasil, a ascensão das classes C e D é cada dia mais relevante na economia nacional.
Boa parte deste público é sustentada pelo governo federal – nossos avolumados impostos – e acabou sendo o eleitorado sustentador do poder do executivo nestes últimos 12 anos.
Quem direciona seus esforços para os até então menos favorecidos encontra um trilho monstruoso de recursos. Muita gente ainda não conseguiu enxergar, mas vender algo que renda 20 centavos para 20, 30 milhões de brasileiros pode significar o sucesso de seu negócio.
Veja as igrejas! Estão tomando conta das TVs VHFs (Record, Band, Rede TV , SBT), pois angariam centavos ou reais de muitos e este volume virou bilhões.
Traduzir uma linguagem a este público requer conhecimento do manejo popular, dos costumes populares e de seu gosto.
Futebol é a paixão deste indivíduo; samba, pagode e arroxa são os sons de seus ouvidos.
Estes dias conheci um senhor em Salvador que em quatro anos montou restaurantes/bares em que um prato feito ( o famoso PF ) custa R$ 4,50. Já tem 12 em centros comerciais na cidade, tinha um Corsa  e agora até caminhão tem.
Quem tem algum conhecimento no digital e na internet também esta atrás deste filão dos 20 centavos.
Mixar a internet com o restaurante do seu João em Salvador não é para qualquer aventureiro. Como disse, estamos sabendo disso, vendo isso, mas poucos ainda sabem mexer com isso.
Vamos ser o país dos eventos, destes próximos meses até 2016, quando este cidadão vai ter até smartphone, TV Led e TV paga.
Precisamos urgentemente trabalhar esta imensidão de pessoas que precisam de conteúdo esclarecedor e de ensinamento prático; veja o sucesso que as aulas on-line estão fazendo!
Tenho sonhado bastante, mas ainda não sonhei com um produto que ganhe meus 20 centavos destes 30 milhões de brasileiros que de uns anos para cá mandam na economia nacional. 

domingo, 26 de maio de 2013

Mídia exterior ou interior? Não . Mídia social . rsrsrsr


Era uma superfase da minha vida pessoal e profissional, o ano 2000. Trabalhava muito, mas quando queria estava em qualquer lugar do mundo.
Foi o período em que mais viajei, e é sobre uma das viagens que vou contar das coincidências da vida.
Meus vizinhos em Moema me convidaram para um casamento em Cambridge e eu, para aproveitar, viajei antes e passei uns dias na Holanda e em Londres. O Marcio Loducca estava de férias e nos encontrarmos em Amsterdã, para onde ele nem queria ir – me falou que tinha ido lá e não havia gostado do lugar. Eu respondi: “Você foi aos lugares errados”. (rsrsrs...)
Em Amsterdã ele, então, conheceu os parques (13) – um mais lindo que o outro. Ficamos no bairro dos museus , a 200 metros do Van Gogh , uns dois dias só. Ele queria ficar em Londres e se foi. Eu ainda curti uns dias em Amsterdã , Roterdã e Bruxelas, ali ao lado.
Como tinha o tal casamento, marcamos em Londres quatro dias depois, e como ele estava num hotel perto da Harrods (a loja do magnata árabe que morreu com a Diana), marcamos um almoço lá.
Não sou local em Londres e fiquei meio perdido na Harrods. Quase fui colocado para fora quando resolvi atender o celular lá dentro. Dois armários de seguranças me pegaram pelo braço para me colocar na rua (rsrsrs...). Como tem a financeira e banco lá dentro, celular é proibido na loja – ou era naqueles tempos.
Não achava o cara. A loja é enorme ao cubo; eu lá dentro, e, aí, a surpresa: dou de cara com o Rui Ikeda e a Emi Takahashi, dois mídias meus conhecidos. Imagine, encontrar dois mídias dentro da loja e procurando alguém (rsrsrs...)! Em minutos, achamos o Marcio, almoçamos todos juntos e o levamos ao metro, pois naquele dia ele ia embora para o Brasil.
Como eu esperava o casamento, passei o dia mais andante da minha vida. Tanto o Rui como a Emi  tinham assistido ao filme “Notting Hill”, com o Hugh Grant e a Julia Roberts , e fomos atrás da rua e da casa e, é lógico, ela existia ? a casa sim, a loja não .
Lembro-me bem de que nos sentamos em num belo café, daqueles londrinos, e tomamos um chá e passamos uma tarde até escurecer às 22h numa das melhores companhias que já tive em uma viagem. Demos muita risada e visitamos coisas nas quais, das outras vezes em que estive em Londres, nem havia pensado.
Sem que nos cruzamos falamos da viajem estes dias achei uma foto com eles e eu analógicos  vou scannear e  colocar no facebook qualquer dia , naquela época   2000 rsrsrsr fizemos nossa própria rede social !!!!!!

domingo, 19 de maio de 2013

Não vou morrer semi digital. ( Opinião )


Amigos, como é difícil achar amigos de outras profissões na web!

Parece que somos somente nós de comunicação que usamos essa ferramenta (rsrsrs...)!

Estes dias fui procurar alguns de quem tenho saudade da época de adolescente, e nada! De um deles encontrei uma referência, pois se casou com uma radioamadora , conheceram-se nas ondas do rádio, mas não encontrei mais nenhum.

Já são milhões de brasileiros usando o computador diariamente e por muitas horas. Os mais velhos devem ser ainda os de maior resistência, devem perder dos jovens das classes menos favorecidas de longe.

Já somos mais pessoas usando o computador móvel que o fixo.

Todos pensavam que a TV e o computador estavam brigando e quem ganhou em utilização foi a praticidade do celular, que já é maior que todos os hardwares.

Parece que tudo esta convergindo para o aparelhinho mobile, como chamamos. Lembro de que em 2000 éramos 17 milhões, e já achávamos muita gente. Hoje, somos 240 milhões, mais que nossos habitantes.

Brigar contra a maré da tecnologia é um desastre sem volta.

Já dissemos aqui outro dia que para conseguirmos tocar o planeta com os 7 bilhões precisamos desses controles e equipamentos todos e tecnologia.

Vivo declarando a saudade que tenho do passado, mas não parei um minuto de buscar conhecimento nas novas mídias e nos novos conceitos.

Tenho notado que muitos de nós (mais velhos) caminhamos para a inclusão digital profissionalmente e pessoalmente e sei que nós de comunicação chegaremos lá primeiro. Fico pensando nos meus amigos que não encontrei – como será a vida deles sem o engajamento digital, vão morrer analógicos? Com  55 , 56 anos ainda tem volta tentem!!!!!

Acho que minha astróloga tinha razão: dois anos atrás eu nasci de novo. Quero todo dia saber mais sobre a hipermodernidade. Não quero e não vou morrer semi digital (rsrsrs...).

 

sábado, 11 de maio de 2013

Software sem Computador.


 Um mídia que sempre atendi desde contato foi o Paulo Camossa, na MPM da General Jardim no centro da cidade de São Paulo  . Lembro que roubaram meu toca-fitas , ou melhor, meu primeiro Roadstar – e lá se foi uma fita cassete que eu tinha desde os  15 anos, com Back in Bahia de Gilbert Gil gravado em Londres , Novos Baianos com Preta, preta, pretinha e Caetano Veloso .
Ali no centro atendíamos MPM  do Petrônio Correa  e a  Norton do Geraldo Alonso , dizem que aquela rua se falasse saberíamos coisas da época da ditadura e destes publicitários quentíssimas  . Na Lage & Magy Também me lembro dele ,era difícil estacionar e uma vez, no meu Voyage Verde com placa de Belo Horizonte, levei uma multa na tarde de um dia, no outro dia, pessoalmente do prefeito  de São Paulo há época  Jânio Quadros ,fiz até um gesto, indicando que ele era louco, e à noite daquele dia  ele, no Jornal da Globo, cobrou do prefeito de BH as multas dos mineiros em São Paulo. No outro dia, o prefeito de BH cobrou as multas dos paulistas e paulistanos nas Minas Gerais – era algo como cem vezes a dos mineiros em São Paulo. Meu porta-luvas era lotado de cópias de multas; eu nem “zona azul” usava. Eram outros tempos décadas de 80/90.
Com o Camossa ainda tive por diversas vezes o desprazer de chegar à MPM e a mídia inteira tirava sarro, pois desde manhã o Jony Brito, nosso gerente, ligava conferindo nosso roteiro (estes dias, o Britinho, primo dele, foi ao nosso almoço e disse que o Jony, há três anos, tomou uma injeção e vegeta em coma no hospital. Que pena! Fora o roteiro, era um big cara!). 
Uma  outra boa, já ao lado do Shopping Morumbi, o Marcelo Capassi me ensinou: nas salas de reunião ligávamos para a mídia inteira. O toque era diferente de alguém interno chamando e, com uma reunião, falávamos com todos da mídia, inclusive a Zuleide Rampazzo, que sempre amei de paixão. Salvo minha última com ela, a vida  inteira, desde a Almap na Paulista, me dei muito bem com ela. Na última, não tão bem!!!!,  foi de Volks Caminhões agora recente 2007 mais ou menos, ela me falou um monte, mas a história verdadeira aconteceu no elevador do prédio. Fui visitar o Banco Votorantim e escutei dois falando sobre as dez páginas sequenciais. Tomei uma bronca dela, mas me deu as páginas (rsrsrs...).
Nem vou contar direito essa com a Zu eu e ela sabemos  .rsrsrrs. Ela ficou brava comigo mas só na hora .
Já contei aqui, em outra história, coisas sobre ele. Quando estava no Canal 21, marcava umas duas reuniões por ano com ele para dar uma geral. Fiz isso a vida inteira com muitos dos mídias – estamos falando de 1997, 1999 – mas foi  ele que me disse que eu tinha um software na cabeça  ,nem usávamos computador direito ainda, que as regularidades eram pontuais. Conversamos aquele dia que vinha para a Almap, escutando uma coletânea de The Cure – estes dias lembrei muito dele a banda esteve no Brasil, e ele me disse que tinha ido ao Rio ver  a banda Back num festival. Ainda tínhamos um tempinho para falar de rock in roll ,sexo e ....já nesta época não muito mais.
Saudades – em inglês não existe esta palavra e em nenhuma outra língua  , só na língua portuguesa  que têm! Será que esta globalização vai acabar também em português???